E hoje eu me senti, uma vez mais, tão como aquela garotinha de maria chiquinhas, emburrada por qualquer algum motivo infantil, ou, talvez, enroscada nas cobertas, assustada demais com o que o escuro tem para esconder, demasiada inocencia para compreender o quanto um dia viria a sentir saudades de ser este o seu mais complexo temor.
Fitar-me no espelho pendurado na parede do meu quarto pela manhã, ao acordar cedo para cumprir com as responsabilidades que agora carrego, realmente me pesou tal como sustentar toda a culpa e consequências do mundo inteiro sobre as costas. Sensação estranha demais para poder ser dimensionada por uma menina de alguns poucos anos de idade e outros tantos dentes de leite, o que logo me faz recordar do quanto costumava sofrer por apenas imaginar a próxima vez em que algum deles retornaria a amolecer, tendo assim que ser arrancado de mim, desgarrado da minha estrutura, do mesmo modo que a inocência que aos poucos se despedia com o passar de cada novo ano.
Ah, quem me dera poder papear com essa "Primícia Versão Ainda Criança". Menina, te prepara, você realmente precisa querer se entregar ao curso natural que nos impõe o crescimento algum dia, pois, no presente momento, as vésperas de completar vinte anos, chega a ser cômica a sua capacidade de devanear acerca de alguma possibilidade, mesmo que remota, de o Papai Noel realmente existir além dos seu desejo mais íntimo. Francamente...
E, ao lavar o meu rosto, ainda com o aspecto cansado pelo sono interrompido, na pia do banheiro, encarando-me no espelho, sinto que não sou mais uma criança, não pelo menos no exato momento. Bom dia, dia! O mundo lá fora me espera. Mais uma vez...
Ah, quem me dera poder papear com essa "Primícia Versão Ainda Criança". Menina, te prepara, você realmente precisa querer se entregar ao curso natural que nos impõe o crescimento algum dia, pois, no presente momento, as vésperas de completar vinte anos, chega a ser cômica a sua capacidade de devanear acerca de alguma possibilidade, mesmo que remota, de o Papai Noel realmente existir além dos seu desejo mais íntimo. Francamente...
E, ao lavar o meu rosto, ainda com o aspecto cansado pelo sono interrompido, na pia do banheiro, encarando-me no espelho, sinto que não sou mais uma criança, não pelo menos no exato momento. Bom dia, dia! O mundo lá fora me espera. Mais uma vez...

Adoreeeeeeeeeeeiiiii conhecer seu blog... amo essas coisitas que encantam a gente, que tem sentimentos...super legal mesmo, bjs!!!!
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